Gastos com saúde aumentam durante a crise, mas procura por planos de saúde diminui

Planos de saúde perderam pacientes em 2015, mas inflação médica alta fez brasileiros gastarem mais com saúde e optarem por clínicas populares em busca de alternativas baratas


A alta inflação médica do Brasil (18,1%) influenciou o aumento dos gastos dos brasileiros com saúde, apesar da retração econômica. Os serviços particulares estão mais caros e, embora os planos de saúde sofram queda de adesão, a arrecadação do setor permanece em alta, ao contrário do que aconteceu em outros países que passaram por crises financeiras. Os dados são resultado do 30º Boletim Conjuntura Saúde Suplementar, do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), publicado em abril de 2016.


De acordo com a pesquisa, o mercado brasileiro de planos de saúde médico-hospitalares perdeu 766 mil beneficiários em 2015, uma queda de 1,5% em relação ao ano anterior (de 50,50 milhões para 49,73 milhões). Os contratos coletivos empresariais, aqueles oferecidos pelas empresas aos seus funcionários, foram o principal segmento a pressionar as perdas: o saldo foi negativo em 404,8 mil vínculos, uma diminuição de 1,2% em relação a 2014.


Em contrapartida, os gastos assistenciais per capita no Brasil estão crescendo diante do mau momento econômico, ao contrário do que aconteceu em outros países como Reino Unido e França. A inflação médica no país, uma das maiores dentre os países que têm dados disponíveis, é o principal fator para esse descompasso.


Bolso saudável

Neste cenário, a morosidade do SUS e os custos elevados do atendimento médico particular se tornam obstáculos ainda mais agressivos à saúde de milhões de brasileiros. Com o objetivo de atender pacientes sem poder aquisitivo para arcar com custos de consultas e exames particulares, nem tempo para esperar nas longas filas da saúde pública, surgiram as clínicas populares, que oferecem atendimento mais barato e ágil.


A Clifame, em Curitiba, é uma dessas alternativas à inflação médica. Trabalhando da maneira informatizada e com boas negociações com laboratórios, a organização consegue oferecer atendimento médico particular imediato e de baixo custo para a população e, desta forma, eliminar tanto o problema financeiro, quanto da demora no atendimento. “A prioridade da Clifame é democratizar o acesso à saúde para pessoas que sofrem nas filas dos postos de atendimento público; na hora da emergência, não dá para esperar e, devido aos preços praticados pela maior parte dos atendimentos particulares, as classes menos favorecidas ficavam sem opção”, explica Fabiano Lasserre, sócio da Clifame.


A clínica popular atende em 30 especialidades, realiza exames, além de atendimento odontológico e ortodôntico e cobra de R$ 40 a R$ 70 por consulta, com possibilidade de parcelamentos de exames em até 12 meses.


Saúde é que interessa

Com quase meio século de dedicação à área médica, a Clifame foi fundado em 1973 com o objetivo de reunir atendimento de diversas especialidades em só lugar. A intenção de atender as classes menos favorecidas também está na raiz da Clifame que desde os anos 70 atende com preços abaixo do mercado.


Serviço

Rua Conselheiro Laurindo, 73 · Curitiba

(41) 3223-1262 | https://www.facebook.com/clifame

www.clifame.com.br





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